Cerrado em meu túmulo de panos negros
eu espero absolvição dos meus pecados
pela culpa de não ter tentado nem me tentado a faze-lo;
eu aguardo.
Triste míngua que definha meu ser,
nonhos não me proponho a te-los,
quem sabe no sono que me cerca.
eu espero absolvição dos meus pecados
pela culpa de não ter tentado nem me tentado a faze-lo;
eu aguardo.
Triste míngua que definha meu ser,
nonhos não me proponho a te-los,
quem sabe no sono que me cerca.





