sexta-feira, 29 de abril de 2011

EdreDom

Cerrado em meu túmulo de panos negros
eu espero absolvição dos meus pecados
pela culpa de não ter tentado nem me tentado a faze-lo;
eu aguardo.
Triste míngua que definha meu ser,
nonhos não me proponho a te-los,
quem sabe no sono que me cerca.

terça-feira, 19 de abril de 2011

DA JANELA

Da janela eu vejo um mundo,
um mundo que não criei
mais que me ponho,
Tudo tão diferente, indiferente e
patético.
Valores distorcidos, ideias desiguais
correntes me aprisionam pelo próprio sangue
não posso quebra-la,
Voltar não é mais possivel
Mudar é imprevisivel
Cenas que vejo
Dores que guardo
Sob a sombra da incapacidade...

segunda-feira, 11 de abril de 2011

O rio e o tempo…

 

Andei por tanto tempo em um caminho, certo de onde estava indocorra-tempo,
agora que parei um pouco pra descansar percebi que não sei exatamente onde estou, nem como vim parar aqui...
E o mais triste de tudo isso é que não quero voltar, nem continuar.
Então vou sentar a beira desse rio que vejo,
e deixar a água e o tempo passar...