terça-feira, 19 de abril de 2011

DA JANELA

Da janela eu vejo um mundo,
um mundo que não criei
mais que me ponho,
Tudo tão diferente, indiferente e
patético.
Valores distorcidos, ideias desiguais
correntes me aprisionam pelo próprio sangue
não posso quebra-la,
Voltar não é mais possivel
Mudar é imprevisivel
Cenas que vejo
Dores que guardo
Sob a sombra da incapacidade...

Um comentário:

  1. É Poyo, cada um interpreto como entende o seu poema.... eu interpretei como me conveio, mas não vou falar aqui! rs Legal, gosto dos seus textos, eles me acalmam!!!

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